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Streamers com tela e amplificação

HiFi Rose em São Paulo

A HiFi Rose é a divisão de áudio da Citech, empresa de eletrônica sediada em Seul. Ela chegou ao mercado internacional fazendo algo que nenhuma marca ocidental fazia: colocar uma tela de verdade na frente do aparelho, e um sistema operacional completo por trás dela.

A NEXTTHOUSE representa a HiFi Rose em São Paulo. É uma marca que resolve bem um problema específico de projeto residencial — o cliente que quer alta fidelidade sem depender do celular para tudo, e o arquiteto que precisa de um equipamento que sustente o olhar em cima de um rack aparente.

O que a HiFi Rose representa

A Rose não compete por tradição de engenharia analógica. Ela compete por computação aplicada ao áudio, e é honesta quanto a isso.

O produto é um computador de áudio dedicado, com sistema operacional próprio, tela multi-touch de 8,8 a 15,4 polegadas, conversores ESS ou AKM de topo e uma topologia de amplificação desenvolvida internamente. A certificação Hi-Res Audio da Japan Audio Society, a compatibilidade Roon Ready e a integração com Audirvāna são de fábrica.

ROSE OS

É o diferencial central da marca, e vale entender o que ele realmente faz. É construído sobre Android — Android 12 na geração nova, RS151 e RS451, e Android 7.1 customizado no RS130, no RS250A e no RS520 —, roda na tela do próprio aparelho e não é apenas uma interface de streamer:

  • Música — biblioteca local em USB, SSD interno ou NAS, organizada por álbum, artista, gênero e compositor.
  • Vídeo em 4K — reproduz arquivos de vídeo do armazenamento local ou da rede e envia para a TV ou o projetor pela saída HDMI.
  • RoseTube — YouTube em alta resolução, direto no aparelho.
  • Rose Radio — rádios do mundo inteiro por país, idioma e gênero, com identificação de faixa integrada.
  • Leitura e digitalização de CD — conectando o drive RSA780E, toca o disco ou converte a coleção para arquivo.
  • Serviços de streaming — Tidal, Qobuz, Apple Music e aplicativos instaláveis pela loja própria, todos entrando na mesma fila de reprodução.

Na prática, um Rose costuma substituir o streamer e a fonte de vídeo da sala.

Class AD com GaN

Nos amplificadores, a Rose usa transistores de nitreto de gálio no estágio de saída, em vez dos MOSFETs de silício convencionais. A comutação é muito mais rápida, com menos perda e menos distorção de comutação. A proposta é manter o fator de amortecimento e a eficiência do classe D com um timbre mais próximo do analógico.

ROSE DPC e a tela que não contamina o sinal

Esta é a resposta técnica à objeção óbvia — uma tela grande e um Android dentro do aparelho não deveriam degradar o áudio? No RS151 e no RS451, o módulo ROSE DPC sincroniza todos os sinais de entrada contra um clock de altíssima precisão e os realinha antes de qualquer processamento. E o circuito de interface e da tela é completamente isolado do caminho de áudio digital.

Por que ela importa num projeto de alto padrão

Três razões, todas práticas.

O equipamento é visível e resolve visualmente. Num projeto onde o rack fica à vista, ou num nicho de marcenaria em sala de estar, um painel frontal com capa de álbum em tela de 15 polegadas funciona de um jeito que um display monocromático de duas linhas não funciona. É argumento de arquitetura, não só de áudio.

Reduz caixa no rack. O RS520 é streamer, conversor e 250 W por canal num único chassi de 8 kg. Onde o marceneiro deixou 35 cm de nicho, cabe um sistema inteiro.

Entrega relação custo-desempenho agressiva. Comparada a europeus equivalentes em conversão e potência, a Rose entrega mais por menos. Isso libera orçamento para onde ele rende mais em resultado final — caixa acústica e tratamento de sala.

Como a NEXTTHOUSE projeta e integra

A decisão principal num sistema Rose não é qual modelo, e sim quantas caixas o sistema vai ter. A linha se organiza exatamente por isso, e é assim que conduzimos a especificação:

  • Uma caixa só, com as caixas acústicas ligadas direto → RS520.
  • Duas caixas, streamer e amplificação separados → RS151 ou RS250A com o RA180 ou RA280.
  • Duas caixas de referência, transporte e conversão separados → RS130 com o RD160, alimentando um pré e uma potência de outro fabricante.

Cuidamos também da rede. Streaming em alta resolução com vídeo 4K no mesmo aparelho exige cabeamento estruturado e ponto de rede cabeado no rack — Wi-Fi resolve música, mas não resolve bem vídeo.

A escolha entre a Rose e a eletrônica separada é de arquitetura, não de qualidade: a Rose concentra transporte, conversão e — no RS520 — amplificação num objeto só, com tela; a Naim distribui as mesmas funções em caixas independentes, que evoluem uma de cada vez. É a primeira pergunta que fazemos quando o cliente descreve o que quer ver na estante.

Linhas e modelos que integramos

Transporte de rede — sem conversor interno

RS130. O transporte puro da marca, para quem já tem um conversor melhor. Não tem DAC interno. Traz oscilador OCXO e entrada de clock externo de 10 MHz em 50 e 75 Ω, o único da linha com esse recurso. Saídas óptica, coaxial, AES/EBU, I²S por HDMI e USB Audio Class 2.0, com PCM até 32 bits/768 kHz e DSD512. Ethernet e USB passam por fibra óptica para isolar o ruído da rede. Tela de 15,4″, 11,7 kg.

Streamers de rede — transporte e conversor no mesmo chassi

Streamer de rede HiFi Rose RS151 com tela multi-touch de 15,4 polegadas
HiFi Rose RS151 — streamer de rede com tela de 15,4 polegadas e conversor ESS ES9039PRO.
  • RS151 — o topo da linha. Conversor ESS ES9039PRO, tela de 15,4″ Full HD multi-touch, módulo ROSE DPC com Femto Clock. Saídas analógicas XLR e RCA, todas as digitais, e entradas que incluem HDMI eARC. PCM até 32 bits/768 kHz, DSD512 nativo, Bluetooth 5.4.
  • RS451 — chassi compacto de mesa com a arquitetura do RS151. Traz dois conversores ES9027PRO, um dedicado à saída de pré e outro à de fone, com alimentação e terra independentes. A seção de fone é séria: saídas XLR de 4 pinos e 4,4 mm, ambas balanceadas, mais 6,35 mm não balanceada, com 2.700 mW em 16 Ω pelas balanceadas contra 1.300 mW pela 6,35 mm, acionando fones acima de 600 Ω.
  • RS250A — a entrada da família. Conversor ES9028PRO, tela de 8,8″, saída analógica em RCA. É o único da linha com Wi-Fi integrado sem dongle, o que resolve onde não há como passar cabo. Compacto e leve, com 3,2 kg.

Sistema completo em um chassi

RS520. Streamer, conversor ES9038PRO e amplificação de 250 W por canal em 4 e 8 Ω, com tela de 12,6″. Tem entrada HDMI eARC para receber o áudio da TV e saída HDMI 4K para mandar vídeo. É o produto de arquitetura da marca: uma caixa no rack, dois cabos até as caixas acústicas, e o sistema está pronto.

Conversor

RD160. Arquitetura AKM em dois estágios, com dois AK4191EQ na modulação e dois AK4499EXEQ na conversão, clock OCXO e três fontes lineares toroidais independentes. Entradas incluem módulo USB por fibra óptica, I²S por HDMI, coaxial RCA e BNC, óptica e AES/EBU. Saídas de 9 Vrms em XLR e 4,5 Vrms em RCA. A tela AMOLED fica oculta até ser acionada. Forma com o RS130 a dupla de referência da marca.

Amplificadores integrados

Os dois são amplificadores puros — não têm streamer. Quem quer streaming e amplificação num chassi só compra o RS520.

  • RA180 — quatro módulos de amplificação, 200 W por canal em quatro canais ou 400 W por canal em ponte. Faz bi-amplificação, aceita cápsula MM e MC com equalização ajustável, e tem bypass para integrar os canais frontais a um processador de home theater. 16,7 kg.
  • RA280 — dois módulos, 250 W por canal em 4 e 8 Ω, com fator de amortecimento acima de 250 — maior que o do RA180. Phono apenas MM, sem bi-amplificação e sem bypass. É a escolha para estéreo puro em sala média. 9,5 kg.

Acessórios

  • RSA780E — drive de CD externo para tocar e digitalizar discos em FLAC ou WAV pelo aplicativo. Resolve a coleção de CDs do cliente.
  • RSA720 — hub USB por fibra óptica, para levar USB a longa distância entre o rack técnico e a sala sem degradação nem loop de terra.
  • RW800 — módulo de expansão de streaming, listado no catálogo oficial. O fabricante ainda não publicou as especificações técnicas, então não as divulgamos; consulte-nos para a informação atualizada.

Cuidado com os modelos parecidos

A nomenclatura da Rose confunde, e há bastante anúncio de produto descontinuado circulando como se fosse atual. A diferença costuma ser uma letra ou um dígito:

  • RS151 é o atual. RS150 e RS150B saíram de linha.
  • RS250A é o atual. RS250, sem o A, saiu de linha.
  • RS201E, RS301 e RS350 também estão descontinuados.

Vale conferir antes de comprar em canal não autorizado.

Perguntas frequentes sobre a HiFi Rose

Qual a diferença entre os modelos RS130, RS151, RS250A e RS520?

Eles se dividem pelo que têm dentro. O RS130 é só transporte, sem conversor — é para quem já tem um DAC melhor, e traz clock externo e OCXO. O RS250A e o RS151 são streamers com conversor: o 250A é compacto, com tela de 8,8″ e saída RCA; o 151 é o topo, com tela de 15,4″, conversor ES9039PRO e saída XLR. O RS520 acrescenta amplificação de 250 W por canal, formando um sistema completo num chassi só.

O amplificador HiFi Rose tem streaming embutido?

Não. O RA180 e o RA280 são amplificadores integrados puros, sem rede e sem streamer — têm entradas analógicas, phono e, no caso do RA180, entrada USB e XLR. Para ter streaming e amplificação no mesmo aparelho, o produto é o RS520. Outra combinação comum é RS250A ou RS151 alimentando um RA280.

A tela grande atrapalha a qualidade do som?

É a objeção mais frequente e tem resposta de projeto. Nos modelos RS151 e RS451, o circuito da interface e da tela é isolado do caminho de áudio digital, e o módulo ROSE DPC realinha todos os sinais de entrada contra um clock de precisão antes de qualquer processamento. Na prática, a tela é alimentada e processada separadamente do sinal que chega ao conversor.

Dá para usar um HiFi Rose como fonte de áudio da TV?

Sim, nos modelos com HDMI eARC — RS151, RS451 e RS520. A TV manda o áudio para o Rose, que o reproduz pelo próprio conversor e, no caso do RS520, pela própria amplificação. E o caminho inverso também existe: a saída HDMI 4K permite reproduzir arquivos de vídeo guardados no aparelho ou na rede diretamente na TV ou no projetor.

Projetos com HiFi Rose em São Paulo

A NEXTTHOUSE especifica, instala e calibra. Conte o que você quer da sala — nós dizemos o que ela comporta.