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Subwoofers e caixas acústicas

SVS em São Paulo

Subwoofer SVS 3000 Micro R|Evolution em preto piano, apoiado no piso de madeira de uma sala com parede de concreto, painel ripado de madeira e janela ao fundo

A SVS é uma fabricante americana de subwoofers e caixas acústicas que vende direto pelo próprio site nos Estados Unidos e, fora de lá, por distribuidores independentes. No portfólio da NEXTTHOUSE ela ocupa uma posição bem definida: é a marca de grave. O catálogo de caixas cobre as faixas de entrada e média; a linha de subwoofers entra em projeto de qualquer porte.

Esta página não repete a ficha do fabricante. Trata das três coisas que decidem a especificação antes de qualquer número: qual geração está viva, quais recursos existem em qual plataforma de amplificador e o que precisa estar resolvido antes do pedido, de tensão de rede a tempo de comissionamento. Tudo o que segue foi conferido no site oficial em 15 de agosto de 2026.

Subwoofer SVS SB-3000 R|Evolution em acabamento black ash, em perspectiva de três quartos, com a grelha removida mostrando o alto-falante frontal

O que a SVS resolve num projeto de alto padrão

Um subwoofer são três coisas amarradas: um driver de excursão longa, um amplificador Classe D com DSP e um gabinete que define o comportamento na região mais baixa do espectro. O que distingue a SVS é a relação entre potência e tamanho de móvel — o SB-3000 R|Evolution declara 1.200 W RMS e 17 Hz num gabinete de cerca de 40 cm de frente por 43 cm de profundidade. É o que faz a marca caber em apartamento paulistano.

Selado ou ported: a decisão muda o móvel, não só o som

O gabinete selado é fechado — o ar preso atrás do cone age como mola e controla o movimento. O ported acrescenta um duto: a massa de ar dentro dele ressoa numa frequência escolhida em projeto e devolve energia onde o driver começaria a perder força. Mais extensão e mais pressão com o mesmo amplificador, ao custo de muito mais gabinete.

A diferença é literal: o PB-3000 R|Evolution mede 21,9″ × 18,3″ × 24,7″ contra 15,6″ × 15,2″ × 16,8″ do SB-3000 R|Evolution — mesmo amplificador, mais que o dobro de móvel. Em apartamento com marcenaria projetada, o selado é quase sempre o que passa pelo desenho. Os ported de topo deixam escolher esse compromisso depois de instalados: o PB17-Ultra R|Evolution declara 14–220 Hz no modo padrão, 12–220 Hz no estendido e 14–320 Hz com todas as portas fechadas.

A nomenclatura mudou quase inteira — e o número da série mudou junto

Esta é a informação mais útil desta página. Nos últimos dois anos nenhum nome de subwoofer de topo da SVS sobreviveu intacto, e em dois casos o número da série mudou junto. Quem procura review ou comparativo da geração anterior está lendo sobre outro produto.

  • 4000 → 5000 R|Evolution. SB-4000 e PB-4000 saíram; a faixa de driver de 15″ é ocupada hoje pelo SB-5000 e PB-5000 R|Evolution. A SVS não declara essa sucessão em texto nenhum — o que dá para afirmar é que o 4000 saiu e o 5000 é o que existe.
  • 16-Ultra → 17-Ultra R|Evolution. Driver de 17″ no lugar de 16″. Também não declarada. “SB16-Ultra R|Evolution” e “SB17-Ultra” sem sufixo são dois nomes que não existem.
  • 3000 → 3000 R|Evolution. Não é facelift: driver de 13″ novo, 1.200 W contra 800 W, XLR balanceado, entrada IR, seis filtros paramétricos e Auto EQ.
  • 3000 Micro → 3000 Micro R|Evolution. O mais traiçoeiro, porque a pegada do gabinete é a mesma: mudou por dentro, com drivers de 9″ opostos no lugar de 8″ e 20–230 Hz no lugar de 23–240 Hz.
  • 1000 e 2000 → Pro. SB-1000 e PC-2000 têm sucessor declarado em faixa na própria página. No PB-1000 o driver passou de 10″ para 12″; no SB-1000, que já era de 12″, o driver foi substituído por um de excursão maior. E o PB-1000 sem “Pro” nem página tem: retorna 404.
  • Ultra → Ultra Evolution. Linha de caixas substituída inteira em 25 de março de 2024, e essa sucessão a SVS declara. Mudou mais que o nome: a impedância nominal caiu de 8 Ω para 6 Ω. “Ultra” sozinho é linha morta.
  • Prime Wireless → Prime Wireless Pro. Uma palavra separa o atual do descontinuado, e os dois convivem no catálogo.

Grafia: onde a busca por modelo quebra

O separador de geração é barra vertical — escreve-se R|Evolution, não “R-Evolution” nem “Revolution”, embora o endereço das páginas da SVS use revolution, sem barra. O hífen também não é uniforme: SB17-Ultra e PB17-Ultra não têm hífen antes do número, enquanto SB-3000, PB-5000 e SB-1000 Pro têm. E o 3000 Micro R|Evolution e o 3000 In-Wall não levam prefixo SB nem PB.

Como se sabe que um modelo saiu de linha

Cabe dizer de onde vem essa lista, porque a SVS não publica página de descontinuados: os endereços habituais de legado e arquivo retornam 404, e as 26 páginas de produto fora de linha continuam no ar com ficha completa. Existem três indícios indiretos, e eles não coincidem entre si — um filtro “Legacy Products” na biblioteca de documentos, que reconhece três grupos; uma marcação interna de legado no catálogo, que alcança 24 produtos; e uma faixa de texto na página, presente em apenas 7 dos 26 modelos mortos. A leitura acima é o cruzamento dos três, não uma declaração da marca.

A regra operacional que sobra: “Sold out” é como a SVS marca descontinuado, não falta temporária de estoque — página sem botão de compra ativo deve ser tratada como fora de linha até prova em contrário. E coleção não é lineup: a “Ultra Series” do site contém apenas unidades de outlet, e o 3000 Micro antigo, esgotado, continua listado em coleções ativas e no montador de sistema.

O lineup atual, série por série

R|Evolution — a geração corrente de topo

  • SB17-Ultra R|Evolution — selado, driver de 17″, Sledge STA-2800D de 2.800 W RMS, 15–320 Hz ±3 dB, 56,25 kg.
  • PB17-Ultra R|Evolution — o mesmo conjunto em gabinete ported de três modos, 74,7 kg.
  • SB-5000 R|Evolution — selado, driver de 15″, STA-2000D de 2.000 W RMS, 17–280 Hz ±3 dB, 46,3 kg.
  • PB-5000 R|Evolution — ported: 15–180 Hz padrão, 13–180 Hz estendido, 16–270 Hz tampado. 69,8 kg com grade e 79,1 kg de embarque — dois números que não se confundem em cálculo de piso.
  • SB-3000 R|Evolution — selado, driver de 13″, STA-1200D2 de 1.200 W RMS, 17–230 Hz ±3 dB, 24,9 kg.
  • PB-3000 R|Evolution — ported, 16–235 Hz padrão e 17–270 Hz tampado, 38,6 kg.
  • 3000 Micro R|Evolution — selado com dois drivers de 9″ opostos, que se cancelam mecanicamente: 1.200 W RMS e 20–230 Hz ±3 dB em 28 cm de altura e 10,2 kg.

Séries Pro — a plataforma anterior, ainda em linha

Cinco modelos vivos: SB-2000 Pro e PB-2000 Pro, com Sledge STA-550D de 550 W e drivers de 12″; o PC-2000 Pro, cilíndrico, com 87 cm de altura e pegada mínima de piso; e o SB-1000 Pro e PB-1000 Pro, com Sledge STA-325D de 325 W. O SB-1000 Pro faz 20–270 Hz ±3 dB e o SB-2000 Pro, 19–240 Hz: abaixo de 20 Hz não se pede a nenhum dos dois. Com a saída do PC-4000, o cilindro grande acabou.

3000 In-Wall — quando o subwoofer não pode existir na sala

Painel de embutir com dois drivers de 9″ ativos e amplificador externo separado, de 800 W RMS, com kit de rack incluído. A caixa mede 25″ × 12″ × 3,74″ (95 mm) de profundidade e entra em vão de montante de 16″; a resposta declarada é 22–250 Hz ±3 dB, com 19 Hz em sala.

Três detalhes decidem o projeto. A tabela resumida não descreve o que se vê: o painel visível com grade mede 26,76″ × 13,76″ e se projeta 1,34″ da parede, então dimensionar o recorte pela caixa erra o desenho de gesso. O suporte de pré-construção é vendido à parte — se o gesso fechou sem ele, o serviço vira obra. E o produto é vendido só por canal de revenda. Uma nota sobre a ficha: a mesma página declara 2.500 W e 1.500 W de pico em pontos diferentes, e batiza o amplificador ora de STA-800D2, ora de STA-800D2C. Diante da contradição, usamos em proposta só o que a fonte repete — 800 W RMS.

Caixas, ativos e acessórios

A Ultra Evolution tem sete modelos, todos 6 Ω nominais e resposta até 40 kHz. As torres são de quatro vias — Pinnacle (tweeter de 1″, dois médios de 5,25″, quatro woofers de 8″, 24 Hz–40 kHz, 88 dB), Titan (27 Hz) e Tower (30 Hz) — e pedem de 20 a 300 W; completam a linha o Center, a Bookshelf, a Nano e a Elevation. A Prime tem seis modelos, todos 8 Ω e até 25 kHz, bem mais fáceis de tocar, da torre Prime Pinnacle à Prime Elevation, que traz gabarito de parede e kit de teto próprios.

O Prime Wireless Pro existe como par — uma caixa ativa e outra passiva — e como SoundBase, streamer amplificado de mesa, ambos com AirPlay 2, Chromecast, Spotify Connect e HDMI ARC/eARC. São os únicos produtos da marca com fonte auto-comutada, de 100 a 240 V.

Auto EQ, PEQ e XLR: o que separa a R|Evolution das Pro

Os recursos de calibração e de integração não acompanham preço nem tamanho: acompanham a plataforma de amplificador. É o que evita a promessa falsa.

Auto EQ existe em três séries, e só nelas. A documentação oficial diz, com todas as letras, que o recurso funciona apenas com os subwoofers 3000 R|Evolution, 5000 R|Evolution e 17-Ultra R|Evolution. Nenhum modelo Pro tem, e o 3000 In-Wall também não. Detalhe que engana quem confere pelo texto da página: a página do 3000 Micro R|Evolution não usa a expressão “Auto EQ”, descreve a função por extenso; a documentação de suporte confirma que toda a 3000 R|Evolution tem o recurso.

O número de filtros paramétricos também muda por plataforma. A R|Evolution inteira tem seis PEQ; o SB-1000 Pro e o PB-1000 Pro, três por preset; o 3000 In-Wall, três. Quem escreve “seis equalizadores paramétricos” como característica da marca erra em boa parte do catálogo.

Só a R|Evolution tem XLR balanceado e entrada IR de 3,5 mm. As séries Pro e o In-Wall são RCA apenas. Isso não aparece na ficha resumida do topo da página e decide o modelo em dois cenários comuns: percurso longo de cabo, em que o balanceado rejeita o ruído que o RCA capta pelo caminho, e integração com sistema de controle por infravermelho. A R|Evolution traz ainda trigger de 3 a 12 V, AC ou DC.

Para que sala

  • Até cerca de 20 m². SB-1000 Pro ou SB-2000 Pro dão conta, respeitado o piso de 20 Hz e 19 Hz.
  • De 20 a 40 m². O SB-3000 R|Evolution é o que se especifica quando existe sala dedicada mas não existe espaço de móvel.
  • Acima de 40 m² ou cinema dedicado. SB-5000 ou PB-5000 R|Evolution, ou o par 17-Ultra R|Evolution. Confira piso e acesso antes de fechar: o que sobe pelo elevador de serviço é o peso de embarque, não o do móvel pronto.
  • Onde o subwoofer não pode aparecer. O 3000 Micro R|Evolution, para living integrado e para quem veta caixa preta grande.
  • Onde o subwoofer não pode existir. O 3000 In-Wall, desde que a decisão aconteça antes do gesso, por causa do suporte de pré-construção vendido à parte.

Do lado das caixas a leitura é outra: a Ultra Evolution, em 6 Ω e pedindo de 20 a 300 W nas torres, não se contenta com receiver de fonte modesta em sala grande; a Prime, em 8 Ω, é bem mais tolerante ao amplificador que o projeto já tem.

Na maior parte dos casos, o arranjo que rende mais é subwoofer SVS sob caixas de outra marca: usar SVS no grave libera orçamento para as principais — sejam as torres italianas da Sonus faber, seja um conjunto de embutir da Paradigm num projeto em que tudo desaparece na arquitetura. Quando o cliente pede marca única, Ultra Evolution com um SB-3000 R|Evolution fecha um 5.1.2 coerente com um único fornecedor e um único canal de importação.

O que precisa estar resolvido antes do pedido

Tensão de rede — a pergunta que não fica para depois. Subwoofer SVS não é bivolt. A própria marca responde, em sua página de dúvidas frequentes, que configura o subwoofer para 220 V mediante pedido feito no momento da compra, e que também converte um amplificador existente de 110 V para 220 V ou o contrário. A tensão, portanto, é definida no pedido, não na instalação — e qual configuração vem em cada unidade importada não está publicado, nem nas páginas de produto nem nos manuais em PDF. Num país que convive com 127 V e 220 V, isso é pergunta a fazer ao importador antes de fechar, com resposta por escrito: uma unidade de 120 V num ponto de 220 V não é ajuste de instalação, é troca de placa.

Circuito elétrico. Os R|Evolution de 5000 e 17-Ultra declaram operar a partir de um circuito residencial de 15 A, com correção de fator de potência a bordo. Em reforma, leia-se: uma linha dedicada por subwoofer no projeto elétrico, não uma extensão dividida com a régua do rack.

Calibração, e o tempo que ela consome. A ordem correta, segundo a própria SVS, é rodar o Auto EQ do subwoofer primeiro e só depois rodar — ou rodar de novo — a correção de sala do processador, seja ela a de um receiver Anthem, a de um processador Trinnov ou o Audyssey ou Dirac de outro fabricante. Cada subwoofer é calibrado individualmente, em até oito posições de escuta: são dezenas de minutos a mais por unidade, e isso pertence à proposta.

Cabeamento e isolamento. Quando o cabo não pode passar, o SoundPath Tri-Band leva o sinal até cerca de 40 m em linha de visada, com menos de 19 ms de latência e até seis receptores por transmissor — é assim que se alimentam dois subwoofers sem puxar dois cabos. E em laje de apartamento os pés elastoméricos são item de projeto, não acessório.

Garantia — leia com atenção. O rodapé do site anuncia cinco anos de garantia incondicional, e a documentação da marca ressalva duas coisas. Primeira: o programa vale para vendas nos Estados Unidos feitas diretamente pela SVS, sendo os revendedores internacionais empresas independentes, cada uma com suas próprias políticas. Segunda: os produtos Prime Wireless têm dois anos, não cinco. O que vale no Brasil a SVS não declara: é motivo para confirmar a cobertura com o distribuidor e registrar a resposta na proposta, não para deixar de especificar a marca.

Perguntas frequentes sobre a SVS

Qual subwoofer SVS escolher para uma sala de apartamento?

Depende do tamanho da sala e de quanto móvel ela comporta. Até cerca de 20 m², o SB-1000 Pro ou o SB-2000 Pro resolvem — com a ressalva de que o piso de resposta declarado é 20 Hz e 19 Hz, respectivamente. De 20 a 40 m², o SB-3000 R|Evolution é o ponto de equilíbrio da marca: 17 Hz e 1.200 W RMS num gabinete de cerca de 40 cm de frente por 43 cm de profundidade. Se o subwoofer não pode aparecer, o 3000 Micro R|Evolution entrega 20 Hz com 28 cm de altura e 10,2 kg. Em apartamento, o selado costuma vencer o ported mesmo entregando menos extensão: o PB-3000 R|Evolution tem o mesmo amplificador do SB-3000 e ocupa mais que o dobro de móvel.

O SB-2000 Pro tem calibração automática pelo aplicativo?

Não. O Auto EQ da SVS funciona apenas com os subwoofers 3000 R|Evolution, 5000 R|Evolution e 17-Ultra R|Evolution — é o que a documentação oficial declara. Nenhum modelo da série Pro tem o recurso, e o 3000 In-Wall também não. Os Pro continuam ajustáveis pelo aplicativo, mas o ajuste é manual, e o número de filtros paramétricos muda por plataforma: seis em toda a R|Evolution, três por preset no SB-1000 Pro e no PB-1000 Pro. Se o projeto depende de equalização automática de grave, a especificação precisa cair na R|Evolution — a única família que também tem XLR balanceado e entrada IR de 3,5 mm.

Subwoofer SVS é bivolt? Funciona em 127 V e em 220 V?

Não é bivolt. A SVS declara que configura o subwoofer para 220 V quando esse pedido é feito no momento da compra, e que também converte um amplificador existente de 110 V para 220 V ou o contrário — cada unidade sai de fábrica com uma tensão definida. Qual configuração vem em cada unidade importada não está publicado: nem as páginas de produto nem os manuais em PDF trazem a tensão de alimentação. A conduta correta é definir a tensão do ponto no projeto elétrico e confirmar com o importador, por escrito, qual configuração vem na unidade cotada. A exceção é o Prime Wireless Pro, com fonte auto-comutada de 100 a 240 V.

A garantia de 5 anos da SVS vale no Brasil?

O que dá para afirmar é o que a marca escreve, e ela é clara: o programa de garantia anunciado no site aplica-se a vendas nos Estados Unidos feitas diretamente pela SVS, sendo os revendedores internacionais empresas independentes, cada uma com suas próprias políticas. Os cinco anos do rodapé, portanto, não se transferem automaticamente para uma unidade comprada aqui, e a SVS não declara o que vale no Brasil. Há ainda um detalhe que passa despercebido: os produtos Prime Wireless têm dois anos, não cinco. A cobertura precisa ser confirmada com o distribuidor e registrada na proposta, em vez de assumida a partir do site do fabricante.

Ainda dá para comprar um SB-4000 ou uma caixa da linha Ultra?

Não. O SB-4000, o PB-4000, o PC-4000, o SB16-Ultra, o PB16-Ultra e a linha Ultra de caixas saíram de linha, assim como o SB-3000 e o PB-3000 anteriores à R|Evolution, o 3000 Micro antigo, o 13-Ultra, o 12-Plus e a NSD. O que confunde é que a SVS não publica página de descontinuados: essas páginas continuam no ar, com ficha completa e fotos, marcadas apenas como esgotadas. “Sold out” é como a marca indica descontinuado, e só 7 dos 26 modelos fora de linha ganharam uma faixa de texto declarando isso. Duas armadilhas derivam daí: a coleção “Ultra Series” do site mostra apenas unidades de outlet, o que faz uma linha encerrada em março de 2024 parecer ativa, e o 3000 Micro antigo ainda aparece em coleções e no montador de sistema. Hoje a faixa de 15″ é atendida pelo 5000 R|Evolution e o topo pelo 17-Ultra R|Evolution — sucessões que a SVS não declara.

Projetos com SVS em São Paulo

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