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Automação, controle e distribuição de AV

Crestron em São Paulo

Entrada de casa de arquitetura desértica com porta de vidro de piso a teto e jardim de cactos

A Crestron é uma plataforma de controle e de distribuição de sinal: processadores, teclados, touchscreens, iluminação, sombreamento, áudio distribuído e vídeo sobre rede, todos falando entre si. Nas seis categorias do catálogo que interessam a um projeto residencial, contamos 1.751 códigos ativos — e é esse tamanho que cria o problema.

Esta página não é catálogo. É mapa: o que pedir, o que não pedir e o que precisa estar decidido antes do gesso fechar. Um projeto Crestron não se decide escolhendo entre marcas, e sim escrevendo o código certo no memorial — a mesma família tem versões que parecem a mesma coisa, categorias inteiras foram descontinuadas sem sumir do site, e há produto de terceiro vendido sob código Crestron.

Touch screen de parede Crestron TSW-1070 com a tela do Crestron Home mostrando cenas, iluminação, acessos e climatização

O sufixo -R: o erro mais caro de toda a marca

A Crestron vende duas coisas com o mesmo hardware. Uma é o Crestron Home, um sistema operacional embarcado no processador, com interface pronta e configuração por assistente. A outra é a linha programável, uma plataforma vazia que só faz o que alguém escrever em SIMPL, SIMPL+, C# ou VT-Pro.

O que separa as duas é uma letra. O sufixo -R significa “Crestron Home OS Version”, e aparece em duas famílias diferentes com o mesmo significado:

  • Processadores. CP4, MC4 e DIN-AP4 são plataformas programáveis. CP4-R, MC4-R, MC4-R-I e DIN-AP4-R rodam Crestron Home embarcado — a ficha de cada um declara ser “designed exclusively” para funcionar como núcleo de um sistema Crestron Home.
  • Touchscreens. O TSW-1080 é descrito como tela para “projetos de interface customizada em HTML5”; o TSW-1080R é a “Crestron Home OS Version”, feita para rodar a interface do Crestron Home. O mesmo par existe em TSW-880, TSW-770, TSW-1070, TS-770 e TS-1070.

Repare na posição da letra, que muda entre as famílias: no processador o R vem depois do hífen (CP4-R); no touchscreen vem colado ao número, antes do hífen de cor (TSW-1080R-B). CP4R ou TSW-1080-R-B não encontram produto nenhum. Especificar a versão sem R num projeto Crestron Home é o erro caro da marca — a Crestron não afirma que a tela sem R deixe de rodar o OS, mas a versão que ela declara para esse uso é a R, e é ela que especificamos.

A escolha entre as famílias não é decisão de tamanho de casa, e sim de quem vai manter o sistema nos próximos dez anos. O Crestron Home evolui por versão de OS — foram quatro no último semestre, da 4.8 à 4.11 — e qualquer dealer da plataforma consegue mexer nele depois. Trocar de plataforma no meio do caminho é refazer o sistema: a própria Crestron vende o MC4-R como substituto do PYNG-HUB para quem migra do Pyng OS.

O que é fabricação Crestron — e o que não é

Vários produtos vendidos sob código Crestron são fabricados por outras empresas, e a própria Crestron declara isso:

  • Os alto-falantes residenciais são “made by Origin Acoustics”. Está no título e nas fichas das linhas Reference, Ultimate e Saros. Não é engenharia Crestron.
  • As fechaduras são Yale, revendidas sob os códigos CLK-YL-.
  • Os sensores das famílias GLA e Quattro são Steinel, e os microfones de teto do DM NAX Intelligent Audio são Sennheiser.
  • Existem ainda teclados de parceiros com Crestron Connected — Black Nova, Arkadia, Vitrea, Rhombus Europe, Tyba, Faradite. São compatíveis, não são produto Crestron.

Isso não desqualifica nada; muda de quem é a garantia, o ciclo de vida e o canal de suporte. É a mesma leitura que fazemos ao especificar a outra plataforma de automação do nosso portfólio, onde áudio, câmera e TV externa também são marcas irmãs hospedadas no mesmo catálogo — informação que precisa estar no memorial.

A mesma distinção vale para integração. A lista “Works with Crestron Home” tem centenas de marcas, mas separa aquelas cujo driver a Crestron escreveu das que dependem de driver de terceiro ou extensão. Em persiana, só a Lutron aparece marcada; Somfy, Hunter Douglas, QMotion e as demais aparecem sem a marcação. Se o projeto especifica motor de outra marca, o driver é ativo de terceiro — e isso se confirma antes de fechar escopo.

Distribuição de vídeo: a matriz DigitalMedia acabou

Não existe mais matriz DigitalMedia modular ativa. As três subcategorias que abrigavam o chassi e as placas de entrada e saída devolvem contagem zero no catálogo: de DM-MD6X4 a DM-MD64X64, a linha inteira está descontinuada. Quem tem em mãos um memorial que pede “uma matriz Crestron 16×16” está pedindo produto que não pode mais ser comprado. Restaram dois caminhos, e eles não são equivalentes:

  • DM NVX mais Director. Cada fonte e cada display recebe um endpoint na rede, e o DM-NVX-DIR2 (até 100 endpoints) ou o DM-NVX-DIR-ENT (até 1.000, com fibra e fontes redundantes hot-swap) faz o papel da matriz — a Crestron descreve o Director como equivalente virtual de uma ou mais matrizes DM. A plataforma declara vídeo sobre rede 1 Gb padrão, áudio lossless de até 512 canais, chaveamento de USB 2.0, AES67 e Dante.
  • DMPS3. Sobraram o DMPS3-4K-350-C e o DMPS3-4K-250-C, que juntam sistema de controle, matriz, scaler, DSP, mixer de microfone e amplificador em 3U. Atenção ao “3”: é o número da geração do motor de controle. O DMPS ainda é 3-Series, enquanto os processadores da casa já são 4-Series, e não existe DMPS4.

Dentro do NVX, os nomes vizinhos não são a mesma coisa. O DM-NVX-360 é encoder/decoder 4K60 4:4:4 com HDR e HDCP 2.3; o DM-NVX-363 acrescenta downmixing e Dante. Os DM-NVX-384 e 385 trazem switcher 4×1 com HDMI e USB-C, escalonamento e video wall, e o 385 soma downmixing — mas a página do 385 anuncia 5K no título e 4K na descrição, então esse número não vai para memorial nenhum. E o sufixo C no fim do código não é acabamento: é a versão em cartão para o chassi DMF-CI-8.

Nem todo projeto pede NVX. Fonte e display no mesmo ambiente, ou até 70 m em cabo CATx, em topologia ponto a ponto que não vai crescer, resolvem-se com DM Essentials ou HDMI direto — linha que a Crestron vende como “no programming required”, de menor risco e menor custo. O NVX se justifica quando o número de destinos é grande ou indefinido, quando há fibra e espinha de rede, quando é preciso rotear USB e KVM junto com o vídeo ou quando há video wall. Em sistema DM 8G+ existente, o DM-NVX-E760 é a ponte declarada para a rede. E o NVX não faz 8K: na linha, o 8K aparece só no switcher HD-MD2X1-8K e no controlador de display DM-NAX-XSP.

Se o vídeo passa a viver na rede, a rede deixa de ser acessório: o projeto de switches, portas PoE e segmentação da casa entra no mesmo memorial que o AV, porque é ele que decide se o sistema funciona.

Teclados e touchscreens: a geração mora no prefixo

O material de marketing diz “teclados Horizon” e “teclados Cameo”; as fichas dizem Horizon 2 e Cameo 2. A geração não está no nome comercial — está no prefixo do código:

  • HZ2- é Horizon 2. Todo o teclado, dimmer e switch Horizon ativo carrega esse prefixo. O HZ- sem o “2” só sobrevive no termostato HZ-THSTAT.
  • CM2- é Cameo 2: CM2-KPCN em Cresnet, CM2-KPEX em infiNET EX e o CM2-KPFCN de montagem flush.
  • Cameo 1 e Cameo 2 dividem a mesma prateleira ativa. A folha de catálogo lista, lado a lado e todos ativos, o CM2-KPCN e os C2NI-CB da primeira geração. Escrever “teclado Cameo” sem o prefixo não define produto.

Depois da geração vem o sufixo de comunicação, que é decisão de infraestrutura e não de acabamento: -CN é Cresnet e exige cabo próprio até cada ponto; -EX é infiNET EX, rádio em malha que exige gateway; -SG é Sub-GHz, que exige o gateway CEN-GW1. O MC4-R traz gateway infiNET EX e ER embutido; CP4-R e DIN-AP4-R não trazem, e o gateway externo é item de lista. A malha infiNET EX tem limites declarados — até 100 dispositivos, com boa prática de 50, e até 6 saltos, com recomendação de 3 —, e dispositivos a bateria não repetem sinal. Sobre o número máximo de gateways a fonte se contradiz, então não o fixamos em projeto.

Só então se conversa sobre acabamento. O Horizon 2 tem versões texturizadas, em vidro e em metais — latão escovado, níquel escuro, bronze escuro e preto escovado. O Cameo 2 trabalha com quatro cores (branco, preto, amêndoa e cinza) em dois acabamentos, liso ou texturizado. E um detalhe de pedido atrapalha quem monta lista: quando o botão é gravado, cor, layout e gravação vêm do arquivo enviado, não do código do produto.

Nos touchscreens, além do -R, outros sufixos mudam o produto: -GV é a versão de governo, cuja descrição cita apenas PoE, enquanto a do modelo padrão cita PoE e Wi-Fi; -UC é a de comunicação unificada; PR é retrato; -S é o acabamento liso, que existe na 70 Series e não na 80 Series. Em controle de mão há o TSR-310 com tela, o HR-310 em botões e o HR-CV-MINI Cevo Mini. Quando o cliente decide a parede pelo acabamento antes de decidir a plataforma, avaliamos também keypads usinados em metal maciço de outra marca do nosso portfólio — convivência que é prática da NEXTTHOUSE, verificada projeto a projeto, e não integração declarada pela Crestron.

Persiana, iluminação e áudio: o que se decide antes do gesso

Persiana tem um gate que não é técnico, é de processo. O pedido passa obrigatoriamente pelo Crestron Design Tool, onde a persiana é projetada, orçada e pedida — e o acesso à ferramenta exige o treinamento Crestron Shading Solutions concluído. É item de cronograma, não detalhe: sem CDT não se compra a persiana.

Fora isso, a escolha sai da medida do vão. A série QMT3 é a de menor torque e começa em 17,5 in de largura; a QMT5 trabalha a 4 Nm e vai até 133 in no motor CSM-QMTDC-250-4 ou até 168 in no CSM-QMTDC-275-4 — dois códigos com título idêntico na fonte, cuja única diferença é a largura máxima. Há ainda trilho de cortina (CSS-DRAPERY), sheer horizontal e uma versão a bateria para onde não há energia. Cada motor precisa de alimentação — o CSA-PWS10S-HUB-ENET atende até dez motores e faz a ponte Ethernet para Cresnet — e do mesmo sufixo de comunicação dos teclados. Nicho, altura de forro e passagem de cabo até o motor são decisão de obra.

Na iluminação, o que a Crestron oferece de mais interessante mora no quadro: a linha de trilho DIN traz o DIN-DLI, interface DALI-2 certificada para um loop, com tunable white DT8 a partir do Crestron Home OS 4.9, o DIN-2MC2 para motor bidirecional e módulos de dimmer e relé. Isso exige espaço no quadro de automação, definido junto com o projeto elétrico — a decisão mais barata de tomar cedo e a mais cara de corrigir depois. Um aviso de nomenclatura: a linha Zūm, incluindo o ZUM-HUB4, é declarada pela Crestron como iluminação comercial. A residencial é Cameo e Horizon.

No áudio, o DM NAX é a família que trafega em rede: o amplificador DM-NAX-8ZSA, o DM-NAX-4ZSA-50 em meia largura, o pré-amplificador DM-NAX-4ZSP e os edge devices de entrada analógica, USB-C, XLR e Bluetooth, com interoperabilidade AES67 e Dante e casting por AirPlay 2 e Spotify Connect. O detalhe que economiza comissionamento são os Certified Audio Profiles: perfis de equalização embutidos no firmware, selecionáveis na webUI do 8ZSA ou do 4ZSP, declarados para as linhas Reference e Ultimate e para as gerações anteriores Excite, Aspire e Essence. Aviso de obra: nas linhas de teto, os modelos de 6″ e 8″ compartilham o mesmo recorte, o que permite decidir a polegada depois do gesso.

Como a NEXTTHOUSE especifica Crestron

Começamos separando duas coisas que a proposta costuma misturar. Capacidade do produto é o que a ficha declara e o fabricante garante: o CP4-R ocupa 1U e tem Cresnet, IR, COM, I/O, relé e Ethernet gigabit, com BACnet nativo. Escopo de programação é outra conta: a cena que acende, fecha a persiana e baixa o volume num botão só, o que cada tecla faz, a lógica com CFTV, alarme, portão e clima. Nada disso vem pronto — no Crestron Home é configuração assistida pelo Configure Pro, ferramenta primária de todo projeto desde a versão 4.11 do OS; na linha programável é código. Descrevemos o hardware pelo que ele faz e declaramos a integração como escopo de serviço, com horas.

Depois vem a infraestrutura, que é onde a conta da Crestron realmente aparece. Rack: o CP4-R ocupa 1U e o DMPS3-4K-350-C ocupa 3U, e amplificador multizona não é caixa fria — ventilação e altura se reservam antes de fechar a marcenaria. Rede: MC4-R e DIN-AP4-R são alimentados por PoE, e nas seis categorias que varremos não há switch PoE Crestron vendido isoladamente — os dois modelos que as próprias fichas ainda recomendam estão descontinuados, então o switch é escolha e responsabilidade do integrador. Cabo: Cresnet vai até cada dispositivo -CN; os -EX dispensam cabo mas respeitam o limite da malha, e em casa grande com muitos dispositivos a bateria a malha fica rasa.

Somos honestos no dimensionamento: apartamento de um ou dois ambientes, sem persiana motorizada, resolve-se com o MC4-R, pequeno e PoE; especificar CP4-R em rack para isso é vender 1U e um gateway externo que a casa não precisa. Iluminação que só liga e desliga não justifica teclado gravado sob medida — aí o valor da marca está na peça de acabamento, e se o cliente não valoriza isso, esse valor não se realiza. Um ambiente de vídeo com uma fonte e um display não paga um NVX. O critério que não falha: a Crestron se paga quando há integração entre subsistemas e repetição — luz, persiana, áudio, clima e acesso conversando, em muitos ambientes, com a mesma lógica.

Um último cuidado de leitura de catálogo: URL de categoria ativa não garante produto ativo. Códigos como DM-NVX-351, DM-NVX-E10, DM-NVX-D10 e DM-NAX-BTIO-1G respondem sob a categoria corrente, com a tarja Discontinued na própria página, e alguns ainda aparecem em material de marketing da Crestron como se fossem opção atual. Conferimos modelo a modelo contra a listagem do catálogo antes de emitir proposta.

Perguntas frequentes sobre a Crestron

Qual a diferença entre um CP4 e um CP4-R?

O sufixo -R significa “Crestron Home OS Version”. O CP4-R roda o Crestron Home embarcado, e a ficha declara que ele foi projetado exclusivamente para ser o núcleo de um sistema Crestron Home; o CP4 é a plataforma programável, que só faz o que for escrito em SIMPL, SIMPL+, C# ou VT-Pro. A mesma lógica vale para MC4 contra MC4-R e DIN-AP4 contra DIN-AP4-R — os quatro processadores residenciais da linha são CP4-R, MC4-R, MC4-R-I e DIN-AP4-R. A escolha não é de tamanho de casa: o Crestron Home dá um sistema que qualquer dealer da plataforma consegue manter depois, e a linha programável dá liberdade total com dependência do programador.

Comprei um TSW-1080 para um projeto Crestron Home. É o produto certo?

Provavelmente não. A versão que a Crestron declara para esse uso é o TSW-1080R, descrito como “Crestron Home OS Version”; a descrição do TSW-1080 sem R fala em projetos de interface customizada em HTML5. A Crestron não afirma que a tela sem R deixe de rodar o Crestron Home, e nós tampouco afirmamos — mas, num projeto Crestron Home, especificamos a versão R. Cuidado com a grafia, que muda entre famílias: no touchscreen o R vem colado ao número, antes do hífen de cor (TSW-1080R-B); no processador vem depois do hífen (CP4-R). O mesmo par existe em TSW-880, TSW-770, TSW-1070, TS-770 e TS-1070.

Ainda dá para especificar uma matriz DigitalMedia?

Não. A matriz DigitalMedia modular acabou: de DM-MD6X4 a DM-MD64X64, chassis e placas de entrada e saída estão descontinuados, e as três subcategorias correspondentes do catálogo devolvem contagem zero. Hoje há dois caminhos. O primeiro é DM NVX com Director: cada fonte e cada display vira um endpoint na rede, e o DM-NVX-DIR2 (até 100 endpoints) ou o DM-NVX-DIR-ENT (até 1.000) faz o papel da matriz — a Crestron descreve o Director como equivalente virtual de uma ou mais matrizes DM. O segundo é o DMPS3 all-in-one, restrito ao DMPS3-4K-250-C e ao DMPS3-4K-350-C, que ainda é 3-Series enquanto os processadores já são 4-Series.

Os alto-falantes e as fechaduras Crestron são fabricados pela Crestron?

Não, e a própria Crestron declara isso. Os alto-falantes residenciais das linhas Reference, Ultimate e Saros são “made by Origin Acoustics” — a declaração está no título e nas fichas de produto. As fechaduras CLK-YL- são Yale, os sensores das famílias GLA e Quattro são Steinel e os microfones de teto do DM NAX Intelligent Audio são Sennheiser. Isso não desqualifica os produtos: muda de quem é a garantia, o ciclo de vida e o canal de suporte, e é informação que deve estar no memorial. O que é integração de fato são os Certified Audio Profiles: perfis de equalização embutidos no firmware do DM NAX, selecionáveis na webUI do amplificador 8ZSA ou do pré-amplificador 4ZSP, declarados para Reference e Ultimate e para as gerações anteriores Excite, Aspire e Essence.

Como se pede uma persiana Crestron?

Pelo Crestron Design Tool, e só por ele. É a ferramenta em que a persiana é projetada, orçada e pedida, e o acesso exige o treinamento Crestron Shading Solutions concluído — um gate real de cronograma, que entra na conta antes de o cliente contar com a persiana numa data. A escolha da série sai da medida do vão: a QMT3 é a de menor torque e começa em 17,5 in de largura; a QMT5 trabalha a 4 Nm e vai até 133 in com o motor CSM-QMTDC-250-4 ou até 168 in com o CSM-QMTDC-275-4, dois códigos que a fonte publica com o mesmo título. Somam-se a alimentação — o CSA-PWS10S-HUB-ENET atende até dez motores — e o meio de comunicação: Cresnet, infiNET EX ou Sub-GHz.

Projetos com Crestron em São Paulo

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